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Cavalo de guerra

 

Título original: War horse
Título no Brasil: Cavalo de guerra

Ano: 2011

Direção: Steven Spilberg

País: Estados Unidos

Duração: 146 min.

Atores principais: Emily Watson, David Thewlis, Peter Mullan, Niels Arestrup, Tom Hiddleston


Na net:  http://www.imdb.com/title/tt1568911/

Censura: 12 anos

Disponibilidade:  Já saiu dos cinemas, em breve deve estar em DVD e Blu ray.

Sinopse: Baseado no romance homônico de Michael Morpurgo, narra a amizade entre um jovem e um cavalo em uma pequena cidade inglesa. Ao iniciar a Primeira Guerra Mundial, o cavalo é vendido para o exército inglês e a partir de entã,o o filme mostra a trajetória do animal no conflito.

Comentários: Fiquei encantada ao ver o trailer desse filme. Pois, como comentei no FAcebook, ele reúne três coisas que eu gosto muito: cavalos, John Willians e Primeira Guerra.
Ah! Que maravilha! Ganhei o romance de Natal e prontamente li antes do filme estrear nas telonas. Não deveria ter lido, assim, teria gostado mais do filme. Spilberg tirou e acrescentou coisas somente para dar um ar de bom mocismo ao filme. Não gostaria de comentar muito, para não estragar a possível vontade de alguém em assistir. Cavalo de Guerra não é ruim, é "bem feitinho", é mais didático, é mais Fundamental II e menos Ensino Médio, se é que me entendem. O problema é que depois de ver o filme Feliz Natal, qualquer outro filme que aborde a Primeira Guerra fica fraquinho. Como eu disse, não é ruim, mas deve entediar os alunos mais interessados.



Escrito por Susi às 17h32
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Che partes I e II

Título original: Che
Título no Brasil: Che

Ano: 2008

Direção: Steven Soderbergh

País: França, Espanha, Estados Unidos

Duração: 134 minutos (1ª parte) e 135 minutos (2ª parte)

Atores principais: Benício del Toro, Demian Bichir, Rodrigo Santoro, entre outros.


Site oficial:  página no imdb: www.imdb.com/title/tt0892255/ e http://www.imdb.com/title/tt0374569/

Censura: 14 anos

Disponibilidade:  DVD em duas partes.

Sinopse: Rodado como um filme só com mais de quatro horas de duração, narra a tragetória de Ernesto Che Guevara em dois momentos: durante o processo revolucionário ocorrido em Cuba e, depois, os dias de refúgio e treinamento na Bolívia, até a sua morte.

Comentários: Sou meio suspeita para comentar esse filme, pois admiro o Che e o Benício eu o considero um ótimo ator. Che é aquele personagem histórico Zagalo, ou seja, “todo mundo tem que engolir” quer queira ou não, independente da posição ideológica, não há como negar sua importância histórica.

A interpretação de Benício surpreende, tanto é que ele ganhou Cannes e obviamente não foi indicado ao Oscar. É bom o aluno ver o filme após ter estudado a Revolução Cubana antes para não boiar.  

Soderbergh elaborou uma visão positiva do líder. Enquanto retrata o processo revolucionário em Cuba, mostra a reação norte-americana e trechos do discurso de Che na ONU ocorrido após a queda do governo de Fulgêncio Batista.

É um bom filme, vale a pena trabalhar com ele. Ambas partes são boas para trabalhar em sala, a primeira, digamos, tem “mais conteúdo”.

 

 



Escrito por Susi às 19h13
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Revolução

Título original: Revolución
Título no Brasil: Revolução

Ano: 2010

Direção: vários

País: México

Duração: 105 minutos

Atores principais: -


Site oficial:  Não encontrei. Achei uma página muito interessante em espanhol que comenta cada um dos curtas: http://www.corteirracional.org/2010/09/09/cine-revolucion-10-cortometrajesmexico-2010-105-minutos/

Censura: não encontrei, chuto uns 14 anos.

Disponibilidade: não encontrei DVD disponível. Porém no Youtube é possível encontrar os curtas.

Sinopse: Com a intenção de  refletir sobre os cem anos da Revolução Mexicana (1910-2010), dez diretores criaram curtas nos quais é possível pensar sobre as mudanças e permanências da sociedade mexicana pós-revolução.

.

Comentários: Estava zapeando a TV enquanto amamentava às quatro da manhã e tive a sorte de encontrar esse filme que nunca tinha ouvido falar. É na verdade uma coletânea de dez curtas, cada um realizado por um diretor diferente (inclusive um deles é o ator Gael Garcia Bernal) que refletem sobre o México hoje, e os reflexos da Revolução de 1910. Não consegui ver todos, vi metade. Dos que pude assistir, creio que os mais fáceis (e palatáveis) para se trabalhar em sala são: Lindo y querido que trata de uma moça que mora nos Estados Unidos e precisa enterrar seu avô em uma cidade mexicana; e La tienda de raya sobre uma funcionária de um grande supermercado que tenta arrumar dinheiro para pagar um implante dentário. O mais interessante,  é que se tratam de curtas de uns dez minutos cada, logo, super fácil de buscar no Youtube e passar na sala rapidamente. Uma atividade interdisciplinar com Espanhol cai como uma luva. Uma ótima surpresa para uma madrugada tediosa.E uma ótima opção para se pensar sobre o México contemporâneo, enquanto a mídia nos bombardeia com os dez anos do 11 de Setembro.



Escrito por Susi às 19h32
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Dr. Jivago

Título original: Dr. Jivago
Título no Brasil: Dr. Zhivago

Ano: 1965

Direção: David Lean

País: Estados Unidos

Duração: 197 minutos

Atores principais: Omar Sharif, Julie Christie, Geraldine Chaplin, Rod Steige


Site oficial:  Não tem. Segue informações no imdb: http://www.imdb.com/title/tt0059113/

Censura: 12 anos

Disponibilidade: em DVD

Sinopse:

Baseado no romance de Boris Pasternak, o filme conta a trajetória de Yuri Zhivago, um médico e poeta russo. A história se concentra nos anos durante e depois da revolução bolchevique de 1917. Nesse período, Jivago se casa com Tonya, membro da aristocracia russa. Porém, seu grande amor seria Lara, uma enfermeira com quem se envolve durante a revolução. Tudo isso é narrado por Yevgraf Zhivago, meio-irmão de Yuri que está a procura de sua sobrinha, filha de seu irmão com Lara. Apesar de aparentar ser apenas um romance,  o filme se preocupa em destacar a influência da Revolução na vida dos aristocratas e de alguns revolucionários.

Comentários: É um filmão. Nos dois sentidos. É um filme longo e bom. A trilha sonora é memorável, mas sinceramente, o Tema de Lara, é repetido tantas vezes que até cansa. Se algum professor pensar em trabalhar esse filme com os alunos, eu aconselharia a pensar várias vezes. Dr. Jivago pode ser cansativo para a classe, a Revolução Russa é em muitos momentos apenas um pano de fundo. A paisagem, o enredo podem ser monótonos para eles. Cá entre nós, eu acabei vendo o filme em dois dias, pois não tive disposição para ver inteiro de uma vez só.

É uma pena, pois seria um ótimo pretexto para se trabalhar Guerra Fria. O que? Guerra Fria? Sim! Não é preciso ser doutor em História para perceber que esse filme norte-americano da década de 1960, nos nos leva mais a refletir sobre as tais “mensagens subliminares anti-soviéticas” do que sobre a Revolução Russa e seus desdobramentos em si.

Eu trabalharia ele em Guerra Fria, é até mais fácil. Não conheço o romance, não sei se foi bem adaptado e se seria interesante estudá-o em sala.

 

 



Escrito por Susi às 10h29
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Profa. Eni de Mesquita Samara - FFLCH USP - faleceu hoje!

 

Em 1996 ingressei na graduação em História da USP e a ENi foi a segunda professora que conheci, no curso de Brasil Colônia I. Sinceramente, não gostava muito do curso, mas passei a respeitá-la por alguns motivos. Primeiro por sua contribuição para o estudo da História da mulher e da família no Brasil. Quando a FFLCH estava em greve, ela permitiu que os alunos que não estavam participando do movimento ficassem no Cedhal estudando. Tivemos contato com documentos do Brasil colônia e tivemos noções de como lê-los e interpretá-los. Isso eu não tive novamente em nenhum outro curso. Ela foi uma das professoras mais aberta aos alunos, tanto é que vários colegas meus conseguiram bolsa de iniciação científica ou pós com ela.

Há algum tempo foi diagnosticado um tumor cerebral, ela chegou a se recuperar, mas não resistiu muito.

Professora Eni, grande perda!



Escrito por Susi às 19h51
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History sucks!!

Agora que estou em casa, às vezes não me resta muito o que fazer além de zapear a TV. Um dos canais que mais deveria prender a minha atenção seria o History (antigo History channel, certo?). Porém, fico mais tempo na Nicklodeon vendo os Pinguins de Madagascar, pois é mais interessante.

Eu não sei qual é a desse canal, alguém sabe?

Antigamente (quando eu não tinha TV a cabo) lembro de ver comentários ou vídeos de programas mais interessantes e, principalmente, ligados ao nome do canal. Juros que neste mês de licença maternidade, se vi dois programas de fato "históricos" foi muito.

Às vezes, a Discovery e a Natgeo acabam passando coisas mais interessantes.

Sei que não dá para esperar muito, não vou bancar a historiadora chata, achando que todo mundo tem que ser a TV Cultura, mas o que tem a ver com History programas sobre conspirações extraterrestres ou experimentos com carros velhos?

É incrível como a História é, de modo geral, sempre associada às grandes conspirações, mistérios, segredos e afins. Será que é só isso que agrada o público?

Será que a História está sendo tratada de maneira equivocada? Ok, não vou ser radical ao ponto de querer que todo programa que aborde temas históricos seja uma tese de doutorado, mas será que dá para abordar a História de forma mais séria, menos sensacionalista e ser interessante? Não seria um pouco de preguiça ou estão subestimando o público?

#prontofalei

 

 



Escrito por Susi às 19h11
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De volta!

Como o tempo passa! Passaram-se mais de dois anos que abandonei meu blog. Falta de tempo e um pouco de preguiça justificam essa longa ausencia. Agora estou curtindo minha licença maternidade e, portanto, consigo uns minutinhos para sentar e escrever sobre os filmes históricos que eu assisti. Quando me der na telha (afinal, o blog é meu!) também irei escrever sobre filmes "não históricos" que vi e gostei. Mas justificarei minha escolha. Também farei comentários como os que farei na próxima postagem.

Bem vindos de volta!

Agora vai! 

eu acho...

 

 



Escrito por Susi às 18h57
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Justificando a ausência

Pessoal, estou trabalhando insanamente, portanto, sem tempo para postar aqui. Espero até o final do mês que vem normalizar a situação, tentarei postar assim que possível.

Beijos

Susi



Escrito por Susi às 21h38
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Zuzu Angel

Título original: Zuzu Angel
Título no Brasil: idem

Ano: 2006

Direção: Sérgio Rezende

País: Brasil

Duração: 110 minutos

Atores principais: Patrícia Pillar (Zuzu Angel), Daniel de Oliveira (Stuart Angel)

Site oficial: www.zuzuangelofilme.com.br

Censura: 14 anos

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=71mKrGEAujg

Disponibilidade: em DVD

Sinopse: Baseado na história real da estilista Zuzu Angel que vivia alienada às atrocidades do Regime Militar brasileiro, até o seu filho – que era militante socialista – desaparecer. O filme mostra sua busca pelo filho e os obstáculos que encontrou.

Comentários: O cinema norte-americano está para Hollywood, assim como o cinema brasileiro está para a Globo. Acho que deu para entender, não é? Então, tem muito filme brasileiro que é bom, mas seria melhor ainda se não fosse produzido pela Globo Filmes, que teima em fazer filme padrão novela das oito.

            Tirando isso, Zuzu Angel é um bom filme. Melhor ainda porque é didático, é uma aula de Ditadura Militar para os alunos de Ensino Fundamental II e Médio. As atuações, sobretudo a de Patrícia Pillar, também justificam seus 110 minutos sentados à frente da tela. O filme deve causar no aluno uma certa tensão ou aflição na busca de Zuzu pelo filho, pois o silêncio e a indiferença dos militares é angustiante e quem estuda ou viveu aquela época sabe que o esquema funcionava assim para pior.

            É nossa obrigação mostrar aos alunos as atrocidades – muitas vezes silenciosas e discretas – dos regimes ditatoriais. Professor, se possível trabalhe com os alunos a música do Chico que toca no final do filme, dá um trabalho legal em Língua Portuguesa também.

 



Escrito por Susi às 14h12
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O ano em que meus pais sairam de férias

Título original: O ano em que meus pais saíram de férias
Título no Brasil: idem

Ano: 2006

Direção: Cao Hamburguer

País: Brasil

Duração: 104 min.

Atores principais: Michel Joelsas (Mauro). Germano Haiut (Shlomo)

Site oficial: http://www.oano.com.br/ Muito bonito o site. Possui informações para os professores.

Censura: 10 anos

Trailer: http://www.oano.com.br/ O site oficial disponibiliza o trailer. Clique no menu na página inicial.

Disponibilidade: em DVD

Sinopse: No ano de 1970, em plena ditadura militar e na época da Copa do Mundo, um garoto é surpreendido com a notícia que seus pais estão saindo de férias repentinamente. Ele é deixado com seu avô, mas como este falece, é acolhido pelo vizinho.

 

Comentários: A pedidos, estou colocando um filme nacional! E resolvi começar por um dos meus filmes preferidos, tanto na qualidade quanto no aspecto didático. O ano... é um dos melhores filmes já produzidos sobre o período da Ditadura Militar. Sutil, inteligente, mostra os acontecimentos do ano de 1970 pela visão de uma criança cujos pais são vítimas da repressão política, e o menino nem sabe. É uma boa demonstração do que acontecia com muita gente que não entendia o que estava acontecendo, mesclando a alegria da Copa, a indiferença de umas pessoas, e a tensão daqueles que optaram por não fechar seus olhos diante da Ditadura. Nota dez!

 



Escrito por Susi às 13h08
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Diamante de sangue

Título original: Blood Diamond
Título no Brasil: Diamante de sangue

Ano: 2006

Direção: Edward Zwick

País: Estados Unidos

Duração: 138 min.

Atores principais: Leonardo DiCaprio (Danny Archer), Jennifer Connelly (Maddy Bowen), Djimon Hounson (Solomon Vandy)

Site oficial: http://wwws.br.warnerbros.com/blooddiamond/

Censura: 16 anos

Trailer: http://wwws.br.warnerbros.com/blooddiamond/ Há um trailer na página inicial, assim que você acaba de carregar a página ele se inicia.

Disponibilidade: em DVD

Sinopse: Durante a guerra civil ocorrida em Serra Leoa na década de 1990, um homem é levado a força para trabalhar em um campo de mineração de diamantes e lá encontra diamante rosa, portanto, valiosíssimo. Preso, o homem conhece um contrabandista de diamantes que pretende tomar a pedra.

 

Comentários: Sabe qual o problema desse filme? É hollywoodiano. Sendo assim, quem salva a pátria? Os norte-americanos, claro. Se ele fosse europeu ou africano, até sendo com os mesmos atores, que estão ótimos, seria perfeito. Estou seguindo a onda dos filmes “realidade africana atual”. Não é preciso ser nenhum prêmio Nobel, para saber que a África exporta minerais ricos para o mundo e parece que isso continua perpetuando sua miséria.

            Filme de ação que prende a atenção da molecada. É bom dar uma contextualizada na Guerra civil no país e da situação da exploração dos minerais, antes de começar o filme, já que essas coisas são o pano de fundo do enredo.

 



Escrito por Susi às 09h13
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O último rei da Escócia

Título original: The Last King of Scotland
Título no Brasil: O último rei da Escócia

Ano: 2006

Direção: Kevin Macdonald

País: Inglaterra

Duração: 121 min.

Atores principais: Forest Whitaker (Idi Amin), James McAvoy (Nicholas Garrigan)

Site oficial: www2.foxsearchlight.com/thelastkingofscotland Não consegui acessar o site, provavelmente já saiu do ar também.

Censura: 16 anos

Trailer: http://www.alltrailers.net/the-last-king-of-scotland.html

Disponibilidade: em DVD

Sinopse: Médico escocês recém-formado resolve viajar a Uganda, na África. Lá ele conhece ocasionalmente o recém empossado ditador Idi Amin com quem passa a conviver e a conhecer as atrocidades de seu governo.

 

Comentários: Continuamos com o mesmo roteirista, Peter Morgan. Ok, não rola jabá, é uma simples coincidência! Enquanto Helen Mirren ganhou o Oscar em 2007, quem levou o de ator nesse ano foi Forest Whitaker, pela sua brilhante interpretação do ditador Idi Amin que governou Uganda entre os anos de 1971 e 1979. Na época, eu fazia a piada que se ele não ganhasse, mandaria esquartejar os membros da Academia...(hahaha). Ótimo filme, porém, com cenas de sexo e violência (lógico), portanto, impróprio para a molecada, sem os devidos cortes. Um bom retrato da África pós-independência: pobre, dependente, frágil. Vale antes traçar um rápido panorama do contexto histórico de Uganda na época: processo de independência, problemas internos, golpe de Amin.

 



Escrito por Susi às 23h00
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Devido a correria do trabalho fiquei um bom tempo sem ter tempo de postar novos filmes. Tentarei recompensar, ok?



Escrito por Susi às 22h53
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A Rainha

Título original: The Queen
Título no Brasil: A Rainha

Ano: 2006

Direção: Stephen Frears

País: Reino Unido, França, Itália

Duração: 97 minutos

Atores principais: Helen Mirren (Rainha Elizabeth II) Michael Sheen (Tony Blair)

Site oficial: www.thequeen-movie.com

Censura: 14 anos

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=P8nD2KB0a_E

Disponibilidade: em DVD

Sinopse: Os acontecimentos na Coroa Britânica logo após a morte da Princesa Diana, que sensibilizou o mundo inteiro. A Rainha Elizabeth II parece insegura e insensível ao fato. O recém-empossado Primeiro Ministro Tony Blair vai tentar mudar a postura da monarca. 

 

Comentários: Do mesmo roteirista do Frost/Nixon, Peter Morgan. As opiniões sobre esse filme dividem-se, não pela qualidade, mas pelo o que ele representa: patriotada britânica, Tony Blair muito bonzinho, exaltação à Coroa, aquelas coisas. Esse também é infelizmente um filme que só “presta o seu serviço” para os alunos do Ensino Superior, já que é um acontecimento tão pequeno dentro da História britânica. É claro que, para quem tem mais de 30 anos e se lembra da Lady Di, esse filme tem muito mais sentido.

            Helen Mirren foi premiadíssima e com razão. Figurino, direção de Arte, tudo muito bem cuidado. O filme mescla cenas da época da morte da Princesa, sobretudo dos noticiários e a repercussão popular. Talvez o pessoal que nasceu na década de 1990 não entenda muito o filme, o que é uma pena.

            Uma discussão possível é refletir sobre o papel da monarquia britânica hoje e do Primeiro Ministro. Diana não tinha nenhum cargo de comando, mas parecia dominar mais que a Rainha e o Príncipe Charles (seu ex-marido, herdeiro do trono).



Escrito por Susi às 09h44
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Frost/Nixon

Título original: Frost/Nixon
Título no Brasil: Frost/Nixon

Ano: 2008

Direção: Ron Howard

País: Estados Unidos

Duração: 122 minutos

Atores principais: Frank Langella (Richard Nixon), Michael Sheen (David Frost)

Site oficial: www.frostnixon.net

Censura: 12 anos

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=Ibxs_2nDXUc

Disponibilidade: em DVD

Sinopse: Primeira entrevista concedida pelo ex-presidente norte-americano Richard Nixon, após a sua renúncia devido ao caso Watergate. O entrevistador é o “show man” australiano David Frost, que, juntamente com um grupo de amigos, prepara uma entrevista inicialmente só para ganhar audiência.

 

Comentários: Já que falamos em Oscar, lá vai mais um filme que concorreu este ano e, injustamente, não levou nada. Frost/Nixon é baseado na peça teatral de Peter Morgan, que inclusive fez o roteiro para o cinema e os dois atores principais são os mesmos da peça. O filme é ótimo, é aquele tipo de filme de ator, no qual as interpretações se bastam, sem precisar de ação, efeitos especiais e outras coisas. Mas infelizmente fica difícil passá-lo em sala de aula, se não for para o Ensino Superior, já que não há tanta necessidade de se estudar o caso Watergate e o filme exige que o espectador tenha uma base dos fatos mencionados. É óbvio que fatos da época são citados na entrevista, como a Guerra do Vietnã. Eu achava que seria um filme chato, já que era baseado em uma entrevista, mas me surpreendi.

 



Escrito por Susi às 20h16
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